segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

É tudo novo de novo....


Caros colegas:

Se eu pudesse deixar algum presente a vocês, deixaria acesso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora... Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para vocês, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável: Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.

Um ótimo 2010 para nós todos e que nos reencontremos com a mesma alegria de outrora.

Abraços.

Fábio A. Eberhardt

domingo, 10 de janeiro de 2010

O presente foi meu

Olá galera, estamos ainda no início de um novo ano, cheio de planos e sonhos. Contudo, hoje quero contar-lhes um fato que me marcou muito, ainda em 2009. Durante os últimos dias do mês de dezembro as pessoas se preparam para a festa do Nascimento do Menino Jesus ou, simplesmente, para a troca de presentes. As lojas e supermercados estão sempre cheios; todos se preparam para a ceia. Porém, meu Natal foi diferente. Ao invés de fazer essas atividades rotineiras de todos os anos, minha família e eu, com ajuda de alguns amigos e conhecidos, arrecadamos brinquedos, roupas, calçados e doces para doar. No dia 24, fui indicado para “ser” o Papai Noel. Pensei muito, mas aceitei, seria divertido. Com um carro, fomos aos bairros mais carentes da minha cidade levando às crianças e também aos seus familiares um pouco do espírito natalino. Mas, foi muito mais do que isso; foi uma lição, um aprendizado. Por isso venho partilhar com todos vocês esse momento tão especial que vivenciei. No olhar das crianças, até mesmo nos sorrisos tímidos eu percebia o bem que estava sendo feito. Tenho certeza de que o maior presente não foi o que essas pessoas receberam. O maior presente foi meu. Não tínhamos presentes caros, mas recebemos um presente que não há dinheiro que compre: A ALEGRIA DAS FAMÍLIAS no dia de Natal. A emoção que sentimos ao realizar esse gesto concreto nos ensinou que podemos semear o bem através da simplicidade de nossas ações. Um gesto solidário não exige divulgação na mídia para buscar reconhecimento dos outros. Meu objetivo aqui foi, simplesmente, compartilhar um momento inesquecível para mim em 2009, e, dizer a todos que um gesto de amor, carinho e solidariedade pode fazer muita gente feliz, principalmente você. ...E você, já fez alguém feliz hoje?

Elisandro T.C. Matos

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

A Educação em Passo Fundo

Diz-se sobre Educação: "Processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral do ser humano ou ainda civilidade, polidez". Esta simples definição "Aureliana" demonstra a situação de Passo Fundo, que nas últimas semanas, veio ao público através da mídia.
Quem quer que ouvisse as rádios passofundenses, acessasse os jornais on-line ou os lesse impressos pode constatar, mesmo à quilômetros de distância a falta de educação no descarte do lixo produzido na cidade.
O fato se acentuou e ganhou destaque em virtude dos feriados de Natal e Ano Novo, quando provavelmente, o número de garis e caminhões circulando tenha sido reduzido; o que de fato também é justo afinal todos tem direito de passar as festas tradicionais em família.
O que então foge à normalidade é a educação (ou melhor falta dela); eram enormes as pilhas e amontoados que se acumulavam não nas lixeiras e arredores - o que seria normal - mas sim nas rodovias perimetrais, terrenos baldios e lugares descabidos para este fim.
Este acontecido desencadeou uma série de outros. Começando com o fato das horas de trabalhado aumentadas dos garis, quais o prefeito Dipp autorizou muito antes dos feriados para que se desse conta do recolhimento de dejetos. O que seria solução, gerou descontentamento por parte dos trabalhadores que se queixaram da jornada laboral, falta de condições de trabalho ocorrendo inclusive acidentes, transporte em péssimas condições, etc., que estão sendo abordados por estes dias na mídia passofundense.
E sobre a Educação, Passo Fundo, uma cidade conhecida como polo educacional, cultural que abrange o conhecimento intelectual e a "polidez" citados à princípio, não se classifica desta forma quando se demostram situações deste tipo. A não ser que a definição para Educação tenha mudado e a nova versão do Aurélio não tenha chegado ainda à Passo Fundo, não estamos fazendo jus ao significado, à fama, tampouco à civilidade básica de qualquer pessoa.
Dulciana Sachetti